11.12.04

Teu cheiro, teu colo.

Este é meu mundo, meu chão.
Cada vez que piso aqui, me sinto jovem,
Efêmero.
Teu cheiro de carne profana me excita,
E meus pêlos se eriçam só de te olhar, de longe,
Ou de perto.
Solilóquios de um amor latente, novamente,
Palavra sempre presente, dia-a-dia de um libriano,
Apaixonado por viver. Quero ser o que tu quiseres que eu seja.
Essa vida de escrever, corrigir erros de sentimentos e apagar lembranças
Por vezes me dá medo.
Quero teu colo.

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