Criança Infeliz, infeliz a esmolar...
- Todos devem estar engajados nos projetos sociais desenvolvidos pelo partido da Puta que Pariu para que possamos erradicar a fome e a pobreza de nossa Pátria amada, Brasil.
Falar sobre crianças mortas. Isso é algo que mexe com os sentimentos mais profundos e recônditos de cada um de nós seres humanos, ou nem tão humanos assim.
A mortalidade infantil sempre foi algo muito debatido e discutido em todas as rodas sociais e governamentais. Crianças morrendo de inanição em pleno século XXI. Parece algo inimaginável, inconcebível, digamos, inaceitável. Subnutrição, desnutrição, todos esses fatores devem nos preocupar e não apenas um número que indica a quantidade de corpos imaturos que foram sepultados pelos cemitérios aí a fora.
Pior que nos preocuparmos com as crianças mortas, é ter de se preocupar com aquelas que ainda têm vida – clinicamente falando – mas que não podem vivê-la. Os pais negligentes parem os filhos para ter um soldado a mais para posicionar nos sinais. Ou nem se preocupam com o que acontece com essa criança inocente – às vezes, menos inocente que nós mesmos.
Esse é o pior tipo de mortalidade. É a morte dos sonhos, a morte da alma e a mais cruel de todas, a morte da esperança. O fato da morte deve ser algo natural a todos nós, afinal, todos morreremos um dia. Não quero pensar nesses infantes que se foram como anjos que tocam suas harpas pelo céu e que olham por nós com rostos piedosos. Quero saber de resultados terrenos e palpáveis, que possam surtir algum efeito real e permanente. Essas esmolas que são dadas pelo nosso governo não resolvem patavina. Porém, se eu te der o alimento de hoje, tu só terás comida pra uma refeição. Se te ensinar um labor que te sustentes, nunca faltará nada em tua mesa.
A morte dessas jovens almas não é culpa nossa. É culpa de uma omissão que vem desde os tempos da Independência ou Morte. E que vai continuar por quanto tempo?
Adoraria ver esses poderosos emergentes que roubam o que podem e o que não podem também plantados em um sinal vendendo balas ou enganando motoristas com tentativas de malabares.
Se formos entrar no mérito de mortes envolvidas com violência, criminalidade, tráfico, imprudência no trânsito, não acabaria hoje de redigir. Por isso, faço minha parte e protesto pelos meus ideais. Criança tem que ser criança. Morte é morte. Mas apressar a morte das almas das crianças, isso não.
Falar sobre crianças mortas. Isso é algo que mexe com os sentimentos mais profundos e recônditos de cada um de nós seres humanos, ou nem tão humanos assim.
A mortalidade infantil sempre foi algo muito debatido e discutido em todas as rodas sociais e governamentais. Crianças morrendo de inanição em pleno século XXI. Parece algo inimaginável, inconcebível, digamos, inaceitável. Subnutrição, desnutrição, todos esses fatores devem nos preocupar e não apenas um número que indica a quantidade de corpos imaturos que foram sepultados pelos cemitérios aí a fora.
Pior que nos preocuparmos com as crianças mortas, é ter de se preocupar com aquelas que ainda têm vida – clinicamente falando – mas que não podem vivê-la. Os pais negligentes parem os filhos para ter um soldado a mais para posicionar nos sinais. Ou nem se preocupam com o que acontece com essa criança inocente – às vezes, menos inocente que nós mesmos.
Esse é o pior tipo de mortalidade. É a morte dos sonhos, a morte da alma e a mais cruel de todas, a morte da esperança. O fato da morte deve ser algo natural a todos nós, afinal, todos morreremos um dia. Não quero pensar nesses infantes que se foram como anjos que tocam suas harpas pelo céu e que olham por nós com rostos piedosos. Quero saber de resultados terrenos e palpáveis, que possam surtir algum efeito real e permanente. Essas esmolas que são dadas pelo nosso governo não resolvem patavina. Porém, se eu te der o alimento de hoje, tu só terás comida pra uma refeição. Se te ensinar um labor que te sustentes, nunca faltará nada em tua mesa.
A morte dessas jovens almas não é culpa nossa. É culpa de uma omissão que vem desde os tempos da Independência ou Morte. E que vai continuar por quanto tempo?
Adoraria ver esses poderosos emergentes que roubam o que podem e o que não podem também plantados em um sinal vendendo balas ou enganando motoristas com tentativas de malabares.
Se formos entrar no mérito de mortes envolvidas com violência, criminalidade, tráfico, imprudência no trânsito, não acabaria hoje de redigir. Por isso, faço minha parte e protesto pelos meus ideais. Criança tem que ser criança. Morte é morte. Mas apressar a morte das almas das crianças, isso não.
