Dia de namorar e nao dia dos namorados.
Hoje, como é domingo, dia de preguiça e sem a menor graça, resolvi escrever de novo aqui.
Sou sazonal, escrevo apenas de tempos em tempos, quando acho que tenho algo para dizer. De que me adiantaria escrever um texto enorme por dia, e escrever textos vazios?
Resolvi redigir hoje por ser um dia especial. Não o domingo, mas sim dia 12 de Junho, que é mundialmente conhecido como o Dia dos Namorados.
Comercialmente falando, essa é a data correta de se dar presente ao namorado, ao noivo ao marido ou suas respectivas femininas. Mas qual é o dia certo pra se doar a quem amamos? Qual o momento certo de se apixonar e de encontrar alguém que talvez nunca mais saia da sua vida?
Isso ninguém sabe. E ninguém nunca saberá. É fácil estipular uma data onde o comércio possa investir forte com marketing, afinal de contas, será que nunca ninguém pensou que essa data foi inventada pra que as lojas pudessem vender mais numa época onde as vendas estão bem paradas?
Talvez seja muito ceticismo meu, que apesar de um romântico incorrigível, nao acredito em jogadas comerciais para se ter uma grande paixão.
O dia é como qualquer outro, deve haver nele tudo que, protocolarmente, deveria haver nos outros: respeito, carinho, amor, humor -ponto esse que por vezes faz falta nas relações ditas "sérias"- e acima de tudo, tolerância.
É dificil dividir um espaço com outra pessoa que também tem opinião formada e que geralmente defende ela com veemência. É dificil confiar, é complicado abrir seus problemas com uma pessoa que nem te conhece há tanto tempo assim. Há alguma coisa que faz com que amemos.
A mim por exemplo, é a infância. A juventude que vem do meu amor faz com eu me sinta todo dia renovado. Faz com que eu ame a cada dia mais, com muitos poréns, pois ambos estamos aprendendo a viver. E, convenhamos, viver não é facil.
Nessa data que é tão valorizada pelos meio de comunicação, agradeço ao meu amor a sua presença, sua atitude e sua coragem.
Não tenho muito o que dizer hoje, falo a mesma quantidade todos os dias, pois de nada adiantaria te escrever um livro hoje e calar-me pelo resto da vida.
Por fim, quero pedir a quem ler este pequeno capítulo da minha vida, que ao cerrar esta janela, deixe um pouco a vida atormentada de lado e abrace seu amor. Assim, talvez as coisas melhorem.
Sou sazonal, escrevo apenas de tempos em tempos, quando acho que tenho algo para dizer. De que me adiantaria escrever um texto enorme por dia, e escrever textos vazios?
Resolvi redigir hoje por ser um dia especial. Não o domingo, mas sim dia 12 de Junho, que é mundialmente conhecido como o Dia dos Namorados.
Comercialmente falando, essa é a data correta de se dar presente ao namorado, ao noivo ao marido ou suas respectivas femininas. Mas qual é o dia certo pra se doar a quem amamos? Qual o momento certo de se apixonar e de encontrar alguém que talvez nunca mais saia da sua vida?
Isso ninguém sabe. E ninguém nunca saberá. É fácil estipular uma data onde o comércio possa investir forte com marketing, afinal de contas, será que nunca ninguém pensou que essa data foi inventada pra que as lojas pudessem vender mais numa época onde as vendas estão bem paradas?
Talvez seja muito ceticismo meu, que apesar de um romântico incorrigível, nao acredito em jogadas comerciais para se ter uma grande paixão.
O dia é como qualquer outro, deve haver nele tudo que, protocolarmente, deveria haver nos outros: respeito, carinho, amor, humor -ponto esse que por vezes faz falta nas relações ditas "sérias"- e acima de tudo, tolerância.
É dificil dividir um espaço com outra pessoa que também tem opinião formada e que geralmente defende ela com veemência. É dificil confiar, é complicado abrir seus problemas com uma pessoa que nem te conhece há tanto tempo assim. Há alguma coisa que faz com que amemos.
A mim por exemplo, é a infância. A juventude que vem do meu amor faz com eu me sinta todo dia renovado. Faz com que eu ame a cada dia mais, com muitos poréns, pois ambos estamos aprendendo a viver. E, convenhamos, viver não é facil.
Nessa data que é tão valorizada pelos meio de comunicação, agradeço ao meu amor a sua presença, sua atitude e sua coragem.
Não tenho muito o que dizer hoje, falo a mesma quantidade todos os dias, pois de nada adiantaria te escrever um livro hoje e calar-me pelo resto da vida.
Por fim, quero pedir a quem ler este pequeno capítulo da minha vida, que ao cerrar esta janela, deixe um pouco a vida atormentada de lado e abrace seu amor. Assim, talvez as coisas melhorem.

1 Comentários:
passei por aqui para ver como andava o blog....e vi que eu nem ando tão displicente assim com ele pois o ultimo texto antes deste foi o ultimo que eu li.....
estou com saudades do teu sorisso, e do teu abraço....
não esquece q aconteça u q acontecer tu mora no meu coração menino Westeuser....
bjus
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