Os dias sem Sol
A hora é oportuna,
é chegado o momento
Segue a roda da vida
Sortindo a nós toda fortuna.
Paremos nos com essa lida
De alimentarmos esperanças ao vento.
Cada segundo parece interminável
Cada hora aperta ainda mais o peito
O que fazer agora?
Posso lamentar-me, inconsolável
Mas lanço o pranto fora
Prefiro pensar sozinho, um café e meu leito.
Acordo para mais uma jornada
Num taciturno dia de terça - feira
Penso em ti. Taquicardia.
Logo pela manhã essa fisgada,
Essa prova que me diz que nada disso é brincadeira.
Penso em mim.
Melancolia.
Mas sigo em frente
Nao penso em nada
Esvazio a mente
Desembarco na prózima parada.
é chegado o momento
Segue a roda da vida
Sortindo a nós toda fortuna.
Paremos nos com essa lida
De alimentarmos esperanças ao vento.
Cada segundo parece interminável
Cada hora aperta ainda mais o peito
O que fazer agora?
Posso lamentar-me, inconsolável
Mas lanço o pranto fora
Prefiro pensar sozinho, um café e meu leito.
Acordo para mais uma jornada
Num taciturno dia de terça - feira
Penso em ti. Taquicardia.
Logo pela manhã essa fisgada,
Essa prova que me diz que nada disso é brincadeira.
Penso em mim.
Melancolia.
Mas sigo em frente
Nao penso em nada
Esvazio a mente
Desembarco na prózima parada.

3 Comentários:
Ah meu deus!!!
Mas tem alguém rondando o coração de meu amigo Rodrigo...
Vou ter que descobrir quem é este alguém genérico que tem tantas poesias assim... hehehehe
Amigo Amigo... Lindo mais uma vez!!! :**
acho que o matheus tem razão
:P~
bah
sem noção do qto eu gostei do que tu escreveu.
do que tu escreve.
^^
BJO
sabor tão familiar, às vezes quase como me ler.
quando aproveitaremos nossas coincidências ( especialmente literárias?)
o tempo urge.
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