Simples assim: Sei lá!
Não sei como tudo se descontrói de hora pra outra, ora.
Ontem mesmo sentia uma certeza que me consumia de felicidade, segurança no que dizia, na forma como agia, e hoje, sinto o coração bater "taquitaciturno", sinto os passos freados por um medo contagioso, um armar defesas por um mal que ainda não sei qual é, quando se abaterá, nem se, porventura, virá.
Sim, virá.
Eu sei.
Eu conheço cada palavra do sermão de domingo como se fosse redigido por mim.
"Amai-vos uns aos outros como eu vos amei".
A maior das mentiras proferidas, apenas para apaziguar a dor dos que morreram sob a lança vulgar da santa batalha travada em nome sacrosanto.
Escárnio.
A ferida purulenta da felicidade industrializada, insanamente incutida na mente dessas criaturas lívidas da pós-modernidade, que precisam sempre do mais caro, do melhor frente a uma sociedade consumista para estarem realizados.
A podridão acre que emana a futilidade da nova era.
O vazio eterno em que as pessoas vivem atualmente, buscando algo que não sabem onde está, que não sabem o que é, nem como vir a saber.
Preciso resolver essas coisas comigo. Não posso mais estar à mercê dessas revéses.
Não sei como tudo se descontrói de hora pra outra, ora.
Ontem mesmo sentia uma certeza que me consumia de felicidade, segurança no que dizia, na forma como agia, e hoje, sinto o coração bater "taquitaciturno", sinto os passos freados por um medo contagioso, um armar defesas por um mal que ainda não sei qual é, quando se abaterá, nem se, porventura, virá.
Sim, virá.
Eu sei.
Eu conheço cada palavra do sermão de domingo como se fosse redigido por mim.
"Amai-vos uns aos outros como eu vos amei".
A maior das mentiras proferidas, apenas para apaziguar a dor dos que morreram sob a lança vulgar da santa batalha travada em nome sacrosanto.
Escárnio.
A ferida purulenta da felicidade industrializada, insanamente incutida na mente dessas criaturas lívidas da pós-modernidade, que precisam sempre do mais caro, do melhor frente a uma sociedade consumista para estarem realizados.
A podridão acre que emana a futilidade da nova era.
O vazio eterno em que as pessoas vivem atualmente, buscando algo que não sabem onde está, que não sabem o que é, nem como vir a saber.
Preciso resolver essas coisas comigo. Não posso mais estar à mercê dessas revéses.

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