13.10.09

Eu não busco nada além da felicidade.

Eu não quero nada mais do que a realização dos meus desejos.

As relações humanas estão putrefatas, estão se decompondo pouco a pouco. Os alicerces da comum unidade humana ruíram há muito e não há mais quem se entenda nesse caos supostamente ordenado por uma ilusória tecnologia em avanço.

Tudo há de acabar iminentemente. Todos viverão reclusos em seus mundos fétidos de escuridão, o odor de mijo fermentando exalando de todos os cantos enegrecidos pela falta de luz do conhecimento.

A razão perdeu a razão. As trevas irão reinar, mesmo com todo o progresso anunciado e sem efeito nenhum. Todos perderam a razão. Todos perderão a pouca razão que ainda resta.

Não venham com essa história de avanços. Nós estamos avançando para a morte anunciada.

Uma crônica breve de negror funesto que irá se abater sobre todos os espaços.

E toda a humanidade ficará morta, embora muitos ainda permaneçam com seus pálidos olhos brilhantes. A morte da alma, sem morte do corpo.

0 Comentários:

Postar um comentário

Assinar Postar comentários [Atom]

<< Página inicial